quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SEJA CONDUTOR DO BEM EM DIAS TURBULENTOS

Tem muita gente desperdiçada por aí! Gente do bem, com ideias fantásticas, cheias de talentos, mas que não deixam o casulo.
A internet, como não podia ser diferente, é capaz de trazer os holofotes aos que antes não tinham oportunidade de ter voz ativa.
A exposição de opiniões, gostos e costumes é o que dá vida às redes sociais hoje em dia. Não menos importantes, estão cada vez mais em ascensão os grupos de discussões virtuais. Grupos que por sinal, se mostram mais acalorados do que nunca nas vésperas das eleições: Muitos cabos eleitorais, alguns eleitores mais apaixonados, e claro, muitos boatos, fofocas e “verdades fabricadas” e lançadas na rede, sem qualquer responsabilidade ou preocupação com as consequências.
Mas até que ponto é sadia uma discussão onde os ataques e defesas são mais evidenciados do que as ideias? Por que muitos sentem a necessidade de menosprezar àqueles que externam um pensamento diferente? Por que quase sempre, ganhar a discussão é mais importante do que respeitar o outro?
São esses questionamentos que nos levam a refletir que, assim como na vida real, no ambiente virtual também precisamos de menos guerrilheiros e mais pacificadores. Não é tarefa fácil, mas perfeitamente possível. A disposição de você  “SER O MELHOR QUE FOR CAPAZ”  deve ser um pensamento constante em nossas vidas.

De murmúrios, o mundo está cheio. Permita-se ser um instrumento do bem, um exímio condutor de boas novas! Viva mais! Viva melhor!

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Sussurros eleitoreiros

Sussurros na famosa esquina. Nada mudou. De quatro em quatro anos a cidade do interior se divide. O clima hostil se instala, e salvem-se quem puder. Parentescos, amizades e a própria dignidade perdem espaço para a disputa que pouco remete ao bem estar coletivo. 
Os arrogantes tentam no ano eleitoral externar sua camaradagem. Egos elevados tentam se adequar ao que acreditam ser exemplos de humildade. 
O pleito eleitoral que conta com o maior número de recursos tecnológicospara divulgação denota os mesmos insumos primários de campanhas passadas. Os bajuladores que antes dormiam na porta dos comitês, hoje são vigias das “timelines”. As cartas anônimas, entregues na calada da noite só não foram deixadas de lado porque, tanto o político quanto o politiqueiro, reconhecem que a internet não tem tanto peso para as famílias que levantam bem antes do sol nascer para sobreviverem dignamente.
Alguns acham que eleição é copa do mundo. Mas quiçá um dia, deixemos de ser idiotilizados pelos que querem fazer imperar ideias fixas e acabemos nos permitindo pensar com nossos próprios neurônios.